segunda-feira, julho 16, 2018

À diviva luta



Encarar a página em branco. A cada frase uma ação. Não quero mais te enganar, te iludir. O Tempo é assim mesmo... Ninguém sai ileso dessa. Meus dias eu vou seguindo sem saber. Cada dia uma promessa insubstituível. Lembranças também. Encontro uma porção de forças no pensamento, que voa sem atrito. A palavra, cansada, me assusta com esse seu silêncio absoluto. Transformou-me no retorno de um eterno monolito. 

3 comentários:

Pedro Lima disse...

a página em branco, a luz rasgando o céu, é dia, é noite, é de dia, é de noite... monolito, única pedra, todas as possibilidades...ninguém disse que seria fácil, aliás, ninguém disse nada...nunca ninguém diz, o silêncio faz atrito e agarra a palavra, que sai, assim, de letra em letra, às porções... mais que migalhas, aquelas gotas que batem até furar...querido, vamos des_bloque_ando...quebrando pedra mesmo, descer ladeira abaixo, sei lá, criar um caminho novo...ou, simplesmente criar...que bem que sobram as ideias...quanto às letras a gente vai descobrindo por ai... curiosa mente...ad mirando te

Pedro Lima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Lima disse...


trocando pedras por baleias

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