terça-feira, setembro 15, 2009

palavra ao Tempo

um presente de Deus

9 comentários:

Mina disse...

Você é que pensa que todos dormem. o passado, se pudessemos extipá-lo com navalha. eu não viria aqui.

...é que até a crueldade deixa um gosto de saudade.

Não mude virgula, não mova palha.

Deixe o arraste e que Deus lhe pague. Amém.

BAR DO BARDO disse...

... canção de amor...

Papagaio Mudo disse...

Bardo,


... love songs...

Papagaio Mudo disse...

Mina,

enquanto você não estiver a salvo eu não estarei a salvo e agora estamos mergulhados no caldo animal total do Tempo. Bom para se comer por mais mil anos. Seguiremos para as frentes.

Amém.

Nydia Bonetti disse...

Que texto incrível, Gustavo. Ando impressionada com a força tua escrita.
Somos por inteiro, desde sempre... Abraços.

Papagaio Mudo disse...

oi Nydia,

Agradeço o 'impressionada' com toda sinceridade. Esse texto corroeu minhas vísceras, aliás, é o que eles fazem melhor quando se escrevem melhor também.
escrever é um apuro
é estar em apuros
com pressa de andar rápido
"sin apuros..." já ouviste falar?
pois é o contrario disso, é
"estoy apurado tengo que irme
vale vale vale"

Besote,

Gus

Paa disse...

lol queridíssima Janis :D

Papagaio Mudo disse...

oi Paa,

sim, ela era uma deidade...

Papagaio Mudo disse...

may she rest in peace...