domingo, julho 19, 2009

Uvas verdes...


Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, resolveu ir embora, dizendo:
- Por mim, quem quiser essas uvas pode levar. Estão verdes, estão azedas, não me servem. Die Trauben werden grün...

6 comentários:

Karla disse...

justamente

Papagaio Mudo disse...

oi Hellen,

aqui em BH tá tudo bem,
e aí em Belém? como vão as coisas?
abraço,

Gustavo

BAR DO BARDO disse...

Santo Gus,

a sua versão é bastante louquinha... A raposa deve ter comido algumas podres que estavam no chão, sendo fermentadas pelo calor do sol...

Abraço!

caiocito disse...

Não me comoveu "nosso" Ginsberg. Mas como ele a declama. Amigo das causas perdidas, nobres feridas, tantos ontens eteceteras e tal.

Belo Hrizonte, now

Gustavo, "They don't cure about us". Gustavo, I give all and I don't wins nothing... Gustavo, Gustavo, dois reais, uma passagem de ônibus, duas pedras de crack e uma calça jeans, dezembro de 2008. Gustavo "they don't cure about us. Parece piada, mas.. We are wilds men.

Papagaio Mudo disse...

ah, Caio, enquanto você não estiver a salvo eu não estarei a salvo e agora você está inteiramente mergulhado no caldo animal total do tempo..."

Papagaio Mudo disse...

salve Bardo!

as uvas eram verdes, mas de verdes muitas comi que fermentaram no chão. Tens razão...
abraço