sexta-feira, outubro 25, 2013



metálico oco

Sem som,

sem barulho e sem ruído

só o ronco impertinente, latejante e destemido da cuíca

do meu berimbau querido...

berimba berimba berimbau

berimbau

berimbau

Um comentário:

Wilson Torres Nanini disse...

poema bem ritmado. dá pra entrever até o ofego de quem está em torno.