segunda-feira, agosto 12, 2013

Começo a achar é que não há página suficiente para expressar tanto texto e palavras e serem ditas que moram aqui dentro. Esgotei meu pequeno caderno o qual dei, ou darei nome de Notas de um usuário.
Sou usuário de crack, a droga que se tornou uma questão de saúde publica, em níveis globais.
Hoje morreu meu tio José, de quem eu tanto gostava. Mas também não fiz esforço para vê-lo em seus dias finais. Insisti cm meu pai para irmos a Bambuí, mas ele não quis. Que posso fazer?
Vai em paz, tio. Eu te amo.
não suporto mais a vida.
todos julgam, todos traem. Por causa do vil metal, a palavra enxerga assim enfileirada, tal qual a lamina mortal da espada.
meu tio era maçom e nem isso o redimiu de toda cagada que fez em vida. Foi um festeiro, um jogador compulsivo, um sedutor irresistível, um que acham chamam pilantra, mas deixado de lado, nada o poupou de um dia dos pais solitário, e nada há de expressar nesse texto a revolta intima que sinto por ninguém have-lo acudido na hora da do encontro final que rogamos a santa. Agora e na hora da nossa morte, assim seja, o desterro de sua, de nossa José, de nossa, Nosso tango, não, ninguém nada. Nem o cachorro. El perito compañero, ao le ver asi sofriendo também le abandonou- Mas a vida anda de banda, daqui nada se leva, ai coitada, muitas fodas, muitos nem imagino tantos quantos, muitos beijos e mulheres sedentas de água da palavra. Pois nascemos d verbo e da poeira de estrelas elas caem o tempo quanto, nem morto pássaro ou anta, besta ou bezerro, jumento ou gárgula, nada permanecera na soo que estamos por mérito , destino, ou carma, mas sei que não mereço a dor do esquecimento PR isso escrevo desenfreangustiadamente, nada na frente do verso nada PR dentro do meio no fim das contas na da sou serei fui ou mereço nem fim, nem metade nem início, desde sempre uma impressão causada um  julgo um sintético frêmito fremulalante e tremulo e uma bandeira do navio pirata que lambo, na torre do fim que nada recebo por isso. Mas difuso que conecto, mas diftérico que acerbo mais infante que maduro, menos frito que khalo, menos  Diego, menos promessa, mais um vão na escada via via viaduto, aquele que nunca fez diferença aquele que não tem palavra, por isso  talvez que escrevo tanto, pra fazer questão de tentar possuir te-las, de toda forma a qualquer preço, a todo custo, mesmo do jeito que faço que assim não seja justo, mas foi justo me tratar como um infante, como até hoje foi feito, aquele que não tem fala, infantil, aquele que vive a da sobra do homem adulto, quero que tudo que viva desapareça que o inferno desça do céu e o céu se dependure no Dick di deus e eu mais meus capetas amigos, chego dos ao limbo, desfalecemos de doença e cura, foda-se a fala – são faz-se mudo- foi cego- foi ego- foi pretexto foi mais fácil deixar que eu me foda, fi melhor melhor así como um pedaço de pan engordurado e sujo embora eu seja um diamante bruto, na fala no verso e no beijo. Faz distante quem se fez amigo, faz distante quem foi que  quis quem convívio.
tio José um tango pra tanto diletantismo!!!!!!!!!!!!!!!!!

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