sexta-feira, agosto 02, 2013

O Word não funciona mesmo, é uma pena. É onde busco sinônimos e que corrige meus erros. Coloca maiúscula nas frases e acentua as palavras sem que precise pressionar duas teclas. Institucionalizou a preguiça pra nos poupar tempo como se tempo valesse muito dinheiro. Tenho todo tempo do mundo, portanto sou milhionário.
E
ssa correção é mais ou menos eficaz. Sigo escrevendo assim mesmo. Tenho pouco tempo. tempo desesperado. trepo no teclado pra dizer qualquer coisa intensa. quero dizer o que você nem sperava em ler nesse espaço. Ou não. devo ser previsível. tenho as mãos suando. apesar d gerundismo elas suam. tenho uma bolha de ar presa no peito. aproveito isso quando toco flauta. tanto nos graves quanto nos agudos.
Sou um poema surrealista na sua infância hirta ignorância onde esteve meu dorso pelo meu corpo limitado fogo/ norma de amor te dei, homem de apolo/ pranto de rouxinol alienado/ porém pasto de ruínas te afiavas para os breves sonhos indecisos/ pensamentos de fronte luz de ontem/ índices e sinais do acaso/ mas a tua de cintura de areia atende somente rastros que não escalam. No deserto do barraco em passou o tempo pensando em nada e tudo ao mesmo esmo, para inúteis breviários literários.
Tenho um irritante catarro presso na garganta. Os vizinhos devem estar achando um asco. Mas não ligo pras adjacências. Devo ser mesmo uma anta e assim sendo acendo mais um cigarro. tento entender porque, mas,  
sábios são os chineses. sao dois bilhoes de sábios. lembro que o que não tem soluçao já está resolvido. observo, sinto, acredito. convicto sigo sem lamento. lamento que  tenha sido assim.
Achei ,uitas vezes, droga  no chão da rua. Perdida, largada, 
esquecida pr agum maluco noiado de pedra. algum farrapo humano, algum pilantra mendigo, bandido, assaltante feito o negão cujo chucho chia vez em quando. Criaturas da noite, como diz Vinicius. Zappa tá me cansando.
Ando cansado de tudo. Não acredito mais no próximo. O próximo anda tão distante. eu me distanciei de tudo. Meu sorriso é amarelo como a luz da Minguante. Minha goela parece um cinzeiro e espanta morcega no cio. Me cago pra o que acham disso tudo. Em breve devo ir pra uma fazenda. Vu dormir as dez da noite toda noite, mil vezes seguidas e achar
isso tudo bom. não terei mais os dedos trerrivelmente melados procurando no chão algum minúsculo pedacico de droga que eu noiado pudera pussivelmente hazer perdido. pura noia. delirio obsessivo. meu coração bate oprimido. meu eito tem uma bolha indicial que me faz fazer Mun ha ruído, morro de medo mas nem ligo, morrer é o mote do momento, me fe sentir fé no fiofó de Judas. Na forca que fiz aquela manhã de sábado. Prolongando meu erro não ter sido, prova de maior de incompetencia e tentar o suicidio. morro de arrependimento. Penso que depois de oito dias no Andre Luis, você foi o aperto fatal do cabo branco de internet que me faltou na hora do aperto que meu pai me segurou e minha mãe cortou com a tesoura. Merda de Zappa que agora me neura. Merda de mais um dia que vai nascer logo mais. Merda de droga que não mais sacralizo, como você, como a mim mesmo, merda de tesão que sentíamos. merda de tentar nos alcançarmos. merda de dez mandamentos. merda de homens vis, de comédia nefasta, grotesca, bizarra, sinistro me tornei uma barata e encontrei Hebe Camargo no Lixo da praça. merda ratos saiam do esgoto. Merda de branco Melo, merda de arnaldo que rima piu-piu com brastemp  em propaganda de carro e sapato erda de Deus merda de vida em que ambos eu acredito depois que superei meu medo de viver. E merda no pau de bosta daquilo que serei depois disso tudo agora escuto Pink Floyd, agora assusto meus pais com o dedilhado frenénito no teclado de hendrix que arranho com emus dedos de cera e a goela cera e o catarro de merda e a fumaa no estômago e sons da sinistra remanescencia de syd Barrett merda demais num mesmo pinico, erda do mesmo veneno, merda nem vem merda em nos olhos de quem me lambeu demais merda com doce de leite caseiro, rima de setembro, com membro lambia lambia garganta profundamente, e doce e lento e erradio, catarro que não sai nem pelo capeta, dia de índio, marlboro jazz e cigarro, merdalix merdalóide, dromerdálhio!
Tenho feito o que o mérdico mandou. Não tenho cutucado meu rosto. Minah merda de pele está secando. a Merda da pedra defecou no organismo. fuma essa merda o dia todo. digo prque pouco me fodo pro meu lanche pelado, sendo que nem como nem bebo nem canto nem falo nem durmo nem torço o rabo nem pinto o destino que delineava contigo antes a queda colorida dos ventos arredios, dos tempos perdidos no caminho de Swann. no Poste do Proust que vem vindo. vendo enlatados relatos de horrendos mim mesmos. Mercurio terra disfarça que estão venus. Meus cabelos ca´ram por causa dessa merda, minha gorgura fi-se embora correndo, meu tempo passou com rapidez abismal, o abismo te olha de volta pra quem não tira olhos, o abutre prepara o ventre olhando meus ossos no senso figurado, merda de você que não quis me ver depois de um trauma traumatico traumatizado e traumaturgico. Me traga me fuma me solta me acende e cinza e sopra e esvanece em brasa que dia vai nascendo vampiro não gosta de luz e me arrasto pra cama.
Digo
sua vida vai ser um inferno.
nao porque estou nascendo nas tevas de mim que estou morto mais que sempre quase nunca como Steve Wonder. Vislumbra tua ignorância desde já nesse epitacio fogo fatuo porque quis ir ao seu encontro e seus não deixaram que eu fosse e rompeste em lagrimas e juro que penso que tenho certo que és mesmo psicopata ou coisa parecida. não sou mentalista, estou sem ar estou tento uma parada estranha que faz pensar num infarto ou cardio-respiratória, sou jovem demais, mas vou indo pra nde satan querendo, saí exú analfabeto, que eu quero escrever mais um cado. Meu santo diado. meu anjo caído. Meu teclado saudoso. saudades sentirei, longe estarei quando estiver daqui um tempo, glória ao pacto que fiz quando deixei entrar na minha vida e agora me culpa por mim mesmo, pelo que faço, mas quem se/ me abandonu primeiro? de fato, na verdade, naõ á realidade, não conheço nada nem ninguém que cerca meu corpo e minha alma. Calma nessa Hora. Preso estarei como um demente, como um delinquente como um ditado esquecido pela noite dos séculos, na madrugada que fria-mente o dia vai amanhecer. vou quebrar essa linha de Dante, Vou partir De rizoma a filamento ao firmamento que não tenho soluço são nem Niet da mente sã feliz cidade já era. repousa na pot~encia exercida plenamente. não fui não serei  que fui, o homem as tall as I should, my journey to dawn is a shame, me flame is a glow inside myself, my brian dissolves this words in this fucking white page, Nickolas cage is a graet anything. ich habe viele sweisse und was den? Ich hat ein geh liebt drunken frau.  Agora tenho que ir, agora tenho que clonar meu pastelão. Postar esse texto antes do sol, pirar antes que venham me mandar dormir. a dor no peito do menino cristal. sabe que você quem me matou. no atol de todas as mortes, o canto da ser eia carveira. Ulysses, pai, mãe, Deus, adeus, fui com paz nem tanto ódio, mas catarro ainda bolha de ar no peito, me deitar, espero acordar daqui uns putos. Lorca louco foi morto. Puta miséria humana. humanísmo Bizarro. 



      

 

Um comentário:

Lucí disse...

Desperta-me muita curiosidade...