terça-feira, agosto 27, 2013

Oligopneia X Basorexia

Astro de brilhante a luz de estreita desatrela;







Queria algo revelante, ou, relevante, neologisticamente. O frio regelante na dorsal adverte. Onde algo algum ninguém se encante, se sendo assim, se c cedilha ou S serpenteia, reverbetero, berro, murmurante. Qual quão? pergunto. Quão qual o que? Responde-me :subjetivado adjetivo. Um tanto, o quanto ressaltante, mas o que noto adiante? mais uma bêbada branca página bacante.
Estive em guerra com a rima, mas ela chega tão feliz e besta sempre... como quem não vê que o dia já não é tão claro quanto eu queria.
Novamente me sento.
Dedilho céu-inferno-céu.
Hoje fui ao hospital. 
Amanhã irei sozinho com mala, livros, caneta, papel e coragem, coisa e tal.
Mardou, me desculpa.
Fui convicto de que seria mais um interno naquele prédio do centro da cidade. Mais um doente. 
Mental?, não... verbal, auditivo, grotesco.
Diga à Carol, que Lewis os quis creveu. Ali se viu que vivo na beira, não na margem.

Gosto da vida e de falar bobagem. Gosto de gente cantando no ponto de ônibus. Gosto de poodle de sapatinho. alguém me xinga em silêncio,...
A felicidade é fêmea e efêmera... é a amor mentira da tristeza.
Capaz que jazz e devo cuidar de esvaziar pinico. Vou...
Máquina maquina dedo, verbi-voco tateio.
Sem prelúdio, proêmio ou prólogo.

Sem ver, go!

envergo si só, Vertigo.

prelúdio Sem ludibrio, sem contexto. Sem nós, sem voz.

ver vez morfossintaxe.

Exórdio, introito, Caraminhola.

Sem gólgota, locuções verbais

Os aviões passam.

pássaro - um milhão por nós, e por mim, o céu.

[hipertexto]-dua-Lua-lismo.


lullaby o céu sem lua, 
ainda astro.




papel, caneta, coragem
papel, caneta, coragem


papel, caneta, coragem


non-sense Ra! de Dadi e dó. 


Esse fortuito pretérito.
pretéritos preteridos...

fora dualismo, antinomia, provérbio, infâmia a dona do entorno do éter a fudia tardinha.




Dentro de poucas horas.

e o que cabe dentro das horas, afinal?
desonra? Glória Maria? 

meu tio José vivia, agora ele morreu...





Nada é original. Roube de qualquer lugar que ressoe com inspiração ou alimenta a sua imaginação. Devorar filmes antigos, novos filmes, música, livros, pinturas, fotografia, conversas aleatórias, pontes, placas de rua, árvores, nuvens, corpos de água, luz e sombras. Se você fizer isso, seu trabalho (e roubo) será autêntico. Autenticidade é inestimável. Originalidade é inexistente. E não se incomode em esconder seu roubo. Celebraremos se você se sentir como ele.






Jean-Luc Godard disse “não importa onde você pega as coisas, mas para onde as leva”.

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