segunda-feira, janeiro 05, 2009

Continuação

Os pratos se quebravam e não era um casamento grego. O Cigano esteve aqui na minha casa e eu lhe presenteei com uma foto, uma revista, uma meia e uma cueca. Era noite de esquecer-se de tudo, o começo da decomposição. De esquecer você e extirpar com a navalha alguns miomas intelectuais, além de simples objetos. É domingo de outono, você vem me ver, mas a gente não se vê há dias. Não tenho coragem de dizer que conheci uma pianista. Um poema vago um verso descolocado. Você não possui mais o poder sobre mim, mas, não sei de q forma ainda me sente seu amante. Aprendi meu anjo, a te esperar assim como quem espera uma aparição do etéreo. Cansei. Nunca se acaba o ciclo da frustração. O ego viaja na brisa desse triste deletério. A mesma brisa que faz folha velha cair. Verdades que não são faladas, verdades relativas, verdades retroativas.

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4 comentários:

Liberté disse...

No sense, mas estes desenhos são bons.
Quanto mais pratos se quebram mais feliz é o casório.
Dos meus restaram apenas 1. O preferido da Vovó.

Ate Panda(info: C.)

T.

Raquel Emanuelle disse...

Você está enganado, talvez não seja verdade. De certa forma sabemos de tudo e de todos. Veja a morte, como a conhecemos bem.

Paula Raposo disse...

Gostei de te ler...beijos.

Papagaio Mudo disse...

obrigado Paula

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